quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Provas do concurso da PF não serão aplicadas neste domingo



Devido à suspensão temporária do processo seletivo determinada pelo presidente do STF, as provas do concurso da Polícia Federal que visam preencher 600 vagas nas funções de delegado, escrivão e perito não irão ser aplicadas neste domingo (19).

A Cespe/Unb, organizadora do certame, informou que ainda não há previsão para a aplicação dos exames, contudo, orienta aos candidatos que acompanhem novas informações nos sites 



As 600 oportunidades estão distribuídas entre as carreiras de delegado (150), escrivão (350) e perito criminal (100). Os cargos exigem nível superior dos candidatos em diversas áreas (escrivão e perito criminal) e em direito (delegado).

As remunerações são de R$ 7.514,33 (escrivão) e R$ 13.368,68 (delegado e perito) para jornadas de trabalho de 40 horas semanais.

A seleção contará com as etapas de prova objetiva; prova discursiva; exame de aptidão física; exame médico; avaliação psicológica; avaliação de títulos (delegado e perito); prova prática de digitação (escrivão); e prova oral (delegado). As fases acontecem em todas as capitais e no Distrito Federal, exceto a prova oral para delegado que será aplicada somente na capital federal.

Sobre a suspensão do concurso

A presidência do Supremo Tribunal Federal havia deferido a liminar que suspendia o concurso. Segundo deferimento, a seleção ficaria suspensa até que a União publicasse editais retificadores estabelecendo reserva de vagas aos deficientes físicos.

Segundo informação no site da FENAPEF (Federação Nacional dos Policiais Federais), o STF acolheu a reclamação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, em que pedia a suspensão do processo seletivo.

Antes disso, já havia sido ajuizada, pelo Ministério Público Federal no Piauí (MPF/PI), uma ação civil pública contra a União e o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB) para que o concurso respeitasse os percentuais de reserva de vagas às pessoas com deficiência. O procurador da República, Kelston Lages, autor da ação, pediu à Justiça uma liminar para que o Cespe retificasse o edital, fazendo constar o número de vagas específico para portadores de deficiência, com a abertura de novo prazo de inscrição.








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