terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Quem sou eu?






Quem sou eu? Não quem as pessoas esperam que eu seja, mas quem sou eu realmente!Acho que durante toda a vida tentamos não ser nós mesmos... ou será que estou enganado?
Vou tomar-me como exemplo: sou casado, pai de quatro filhos, beirando os quarenta e um anos. Será que nessa altura da vida ainda têm importância para mim buscar agradar alguém?
Na verdade, agradamos a quem nos agrada. É a lei do toma-lá-dá-cá.
Se o sujeito lhe proporciona um bem-estar, você buscará proporcionar o mesmo a ele. Se o cidadão é um "mala" dificilmente - com um tremendo esforço mesmo - você alguma hora poderá agradá-lo. 
Acho que essa deve ser uma das razões pela qual eu sempre me recordo da frase "O que você não quer para você, não faça para os outros"; mas, e quando os outros fazem para você o
que você não fez a eles? Aí a regra manda perdoar, ou, relevar, pelo menos.
O melhor remédio é descarregar a sua raiva, redirecionando-a (técnico não?) para algo que de preferência, não seja a sua família, as pessoas que você estima e nem tampouco o trabalho.
Peraí! Mas o que sobrou então? 
Acho que o melhor, nesse caso, é você comprar um "saco de pancada" e dar uns socos quando isso acontecer. Depois de uns vinte minutos, se a raiva não tiver passado, a "baita" canseira que você vai sentir fará você esquecer dela!
Mas, apesar de tudo, temos pessoas próximas de nós que buscamos agradar. O cônjuge é um bom exemplo. Mas e quando o sujeito faz da mulher "um saco de pancada" e a infeliz ainda continua fazendo de tudo para agradá-lo?
Aí entra uma outra razão: o amor. Se amamos alguém, suportamos os desaforos, os "mal-tratos" (até um certo limite, lógico!). 
Mas, como tudo na vida, o amor também pode acabar. E aí a relação
torna-se insuportável ou, melhor dizendo, insustentável.


Mas, no começo desse texto eu fiz uma pergunta não é mesmo? Pois é, o difícil é respondê-la...
E as razões para não querer responder a esta pergunta são inúmeras. Uma delas é que muitas vezes não gostamos de quem realmente somos, independentemente de religião, cor, raça, opção sexual etc. Todos nós sentimos antipatia por nós mesmos. 
"Porquê eu fiz aquilo?" ou "Eu queria ter dito aquilo mas não disse!"
Nossa, se pararmos para pensar, acho que somos meio loucos não???
É meio paranóico a gente não gostar da gente mesmo... mas, na verdade, é bem assim mesmo que acontece. 
Outra razão, a meu ver, que nos impossibilita de responder com exatidão a pergunta é que, na verdade, não sabemos realmente quem somos. Não nos conhecemos o suficiente para dizer com plena convicção sobre nós mesmos. 
Todos nós temos nossos segredos, nossos temores, etc. E isso não é muito prazeroso de se falar.
A única pessoa que, dependendo da situação que nos encontrarmos, falaremos, é o psiquiatra. 


O que nos traz um certo conforto, consolo ao coração é que Deus sabe exatamente como nós somos e nos compreende nos mínimos detalhes pessoais. E, melhor ainda, nos aceita exatamente do jeito que somos, pois Ele nos ama INCONDICIONALMENTE.


Por isso, se as pessoas te discriminam, te humilham, não te aceitam como você é, saiba que existe um Deus que lhe ama e se importa com você, seja você do jeito que for.




SM@rtiN



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