quarta-feira, 1 de junho de 2011

Edital do concurso TRE 2011 pode ser publicado independente de remoções



    O chefe de gestão e desempenho do Tribunal Regional
    Eleitoral (TRE) , Fernando de Aguiar, confirmou, no últi-
    mo dia 26, que a realização do novo concurso para 
    técnicos e analistas judiciários não dependerá do   an-
    damento dos pedidos de remoção dos demais   funcio-
    nários do órgão. 
    "Estamos com um concurso de remoção em andamen-
    to, mas isto não deve mais influenciar no andamento 
    do concurso para ingresso", diz. "O número de vagas 
    ainda não está definido, mas a comissão do concurso 
    já está trabalhando no concurso, inclusive no    levanta-
    mento de pessoal para definição da oferta e distribui-
    ção por áreas", 
    diz. Desta forma, a publicação, prevista para junho, 
    fica condicionada ao término deste levantamento. 
    A assessoria de imprensa também destaca que a 
    comissão contata organizadoras para escolher a 
    empresa ou fundação responsável pelo concurso.
 Para concorrer a técnico é necessário possuir ensino médio e para analista, nível superior. 

Os iniciais são, respectivamente, de R$4.674,24 para técnico e R$7.232,67 para analistas, já contando os iniciais de R$4.052,96 e R$6.611,39 e auxílio alimentação de R$621,28. 

Para técnicos, as vagas serão para a área administrativa, que exige apenas ensino médio; e para analistas, na área administrativa, com superior em qualquer área; e judiciária, para quem possui formação em Direito. Também serão oferecidas algumas vagas para outras carreiras especializadas, com outras exigências, além da escolaridade, que ainda serão divulgadas. 

O órgão não realiza concurso público desde 2006, o que ressalta a necessidade de pessoal não apenas na sede, como também em diversos cartórios eleitorais, que, segundo dirtores, muitos funcionam com servidores públicos emprestados de outros órgãos cuidando das atividades que deveriam ser exercidas por profissionais concursados, funcionários do próprio TRE.

Diversos diretores ouvidos pela FOLHA DIRIGIDA alegam que chegam a trabalhar sem técnicos e analistas. Na 248ª Zona Eleitoral, por exemplo, em Itaquera, na Zona Leste de São Paulo, a diretora, Marli Soares Malta, diz que a lei garante apenas um analista e dois técnicos para cada delegacia, o que ela considera inviável, pois a unidade, segundo ela, atende a um total de aproximadamente 150 mil pessoas. 


Fonte: Fórum dos Concurseiros

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