segunda-feira, 11 de abril de 2011

Assassino de Realengo frequentou mesquita e grupo terrorista

    Foi confirmado que Welington Menezes, o
    jovem que matou 12 adolescentes em uma 
    escola em Realengo era de origem  muçul-
   mana, chegando a frequentar uma mesquita 
   no centro do Rio de Janeiro. 
   Há uma hipótese ainda de que o assassino
   faria parte de um possível grupo terrorista.
   Ele próprio, Welington, se considerava um 
   muçulmano radical, fato que consta de
   depoimentos colhidos pela Polícia.
   Em matéria exibida pelo programa Fantástico, 
   da rede Globo, foram revelados cartas e 
  manuscritos  onde o jovem assassino fazia 
  menção de um "grupo" - segundo ele - liderado por um homem conhecido por Abdul, que teria vindo de um outro país para o Rio de Janeiro.


Segundo Welington, o grupo realizava reuniões fechadas na Barra da Tijuca ou Recreio dos Bandeirantes, ambos na zona Oeste do Rio de Janeiro.

Segundo os depoimentos, o jovem assassino procurou esse grupo, sendo recebido como membro, após revelar no que acreditava e no que gostaria de fazer.

“Tenho certeza que foi o meu pai quem os mandou aqui no Brasil ele reconheceu o Abdul e mandou que ele ‘viec’ com os outros precisamente ao Rio… porque quando eu os conheci e revelei ‘tudo’ a eles eu fui ‘muito’ bem recebido e houve uma grande comemoração”, revelou o assassino.

Os depoimentos ainda revelam que teria havido um desentendimento de Welington com o tal "grupo" devido a um convite feito por uma jovem à Welington para que visitasse uma igreja. 
Apesar de ter saído do grupo, Welington não abanonou a doutrina islâmica, pelo contrário, dedicava nove horas por dia a isso. 

“Estou fora do grupo, mas faço todos os dias a minha oração do meio-dia que é a do reconhecimento a Deus e as outras cinco que são da dedicação a Deus e umas quatro horas do dia passo lendo o alcorão. Não o livro, porque ficou com o grupo, mas partes que eu copiei para mim. E o resto do tempo eu fico meditando no lido e algumas vezes meditando no onze de setembro”, disse ele.

A Polícia Militar informou que não abrirá investigação para apurar a suposta ligação islâmica do assassino. Contudo, foram iniciadas investigações para apurar a ligação do assassino com algum grupo terrorista.

Adaptado de Gospel+

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