quarta-feira, 9 de março de 2011

Justiça inglesa determina que casais cristãos tem de aceitar homossexualismo




Um casal cristão da Inglaterra que estava lutando contra a comissão de adoções de sua prefeitura local por causa de uma decisão proibindo-os de cuidar de crianças órfãs por causa de sua fé e sua indisposição de aceitar a homossexualidade perdeu seu recurso legal no Supremo Tribunal de Londres.
Em fevereiro de 2008, Eunice e Owen Johns de Derby entraram com uma ação legal contra a Câmara de Vereadores de Derby quando a prefeitura não permitiu que eles cuidassem de crianças órfãs porque eles disseram que não queriam falar com as crianças sobre a homossexualidade como se fosse um “estilo de vida” aceitável, e que eles insistiriam em que as crianças sob os cuidados deles acompanhassem a família à igreja nos domingos.
Em novembro de 2010 ambas as partes pediram ao tribunal que decidisse se o casal cristão tinha ou não permissão de cuidar de crianças órfãs, ou se eles poderiam ser excluídos de cuidar dessas crianças sob a lei de igualdade por causa de suas convicções cristãs.
De acordo com o jornal Daily Mail, o Lorde Juiz Munby e o Senhor Juiz Beatson deram a decisão de que as leis que protegem as pessoas de discriminação por causa de sua orientação sexual “deveriam ter prioridade” sobre o direito de não sofrer discriminação com base em princípios religiosos.
Em sua decisão, os juízes declararam: “Há uma tensão entre as cláusulas da lei de igualdade com relação à discriminação religiosa e as cláusulas sobre orientação sexual. Contudo, no que se refere a cuidar de crianças órfãs ou adotá-las, as cláusulas de igualdade com relação à orientação sexual devem ter prioridade”.
“As autoridades locais têm o direito de exigir que sejam demonstradas atitudes a favor da homossexualidade”, escreveram eles.

Eunice e Owen Johns


Fora do tribunal hoje, o casal cristão, que é pentecostal e já trabalhou como pais adotivos de aproximadamente 20 crianças, disse para os jornalistas: “Tudo o que queríamos era oferecer um lar cheio de amor para crianças em necessidade. Temos um bom currículo e histórico como pais adotivos. Mas pelo simples fato de que somos cristãos, com opiniões cristãs normais sobre ética sexual, estamos evidentemente sendo considerados inaptos para trabalhar como pais adotivos”.
Andrea Minichiello Williams do Centro Legal Cristã, que está defendendo o casal, disse num comunicado à imprensa que o veredicto significa que os cristãos que têm opiniões cristãs ortodoxas sobre família, casamento e sexualidade continuarão a enfrentar dificuldades para cuidar de crianças órfãs e em processos de adoção e os tribunais não intervirão para deter essas dificuldades.
“Eunice e Owen Johns foram humilhados e marginalizados por um órgão governamental (a Comissão de Igualdade e Direitos Humanos) que disse que suas opiniões cristãs — que estão de acordo com as opiniões cristãs predominantes — poderiam “infectar” as crianças. Praticamente, os juízes britânicos lhes disseram que as opiniões cristãs deles podem prejudicar as crianças”, disse Williams.
“O que aconteceu com esse casal pentecostal é parte de uma tendência maior que estamos vendo em anos recentes”, comentou mais Williams.
“Os juízes estão cada vez mais interpretando a lei de um jeito que favorece os direitos homossexuais acima da liberdade de consciência. Áreas importantes da vida pública estão agora se tornando proibidas para cristãos que não querem fazer concessões em suas convicções. Se os valores morais dos cristãos são prejudiciais para as crianças e inaceitáveis para o Estado, então quantos anos ainda nos resta antes que o governo comece a tirar os filhos naturais dos cristãos?”


Fonte: Notícias Pró-Família


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